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Autoestima: o medo de ficar feio depois dos 50

Tempo de leitura: aproximadamente 9 min.

Autoestima: o medo de ficar feio depois dos 50 - Viver a Vida

Se você achou que problemas de ordem financeira, que a solidão ou que as doenças estão no topo da principal preocupação das pessoas acima de 50 anos, você se enganou. Conforme um estudo, o que mais assusta a população dessa faixa etária é o medo de ficar feio. A autoestima é uma questão importante de ser trabalhada, portanto, nessa etapa da vida.

De fato, a autoestima do brasileiro acima de 50 anos figura em primeiro lugar na lista de prioridades, de acordo com a pesquisa Longeratividade – longevidade aliada a atividade -, realizada pelo Instituto Locomotiva, em parceria com o Bradesco Seguros. Mas é importante considerar esse receio não apenas em termos de vaidade, como também como mecanismo de defesa para questões como o preconceito.

Mais de duas mil pessoas, em todo o país, foram ouvidas por esse estudo. A mudança estética do corpo ao longo dos anos é o que causa o medo relatado de se sentirem feios, em 25% dos participantes do estudo.

Neste artigo, com informações de matéria do UOL Notícias, compreenda melhor as conclusões desse estudo brasileiro e veja como a autoestima é importante para o público de pessoas com mais de 50 anos. Acompanhe a seguir.

Pesquisa mostra que autoestima é uma preocupação central para o público 50+

A preocupação com a autoestima, conforme o referido estudo, é seguida pelo medo de falta de dinheiro, por 20% dos entrevistados; em terceiro lugar pela solidão, para 18% das pessoas consultadas.

A lista segue para o medo de se sentir inútil, em 14% dos pesquisados; seguido por ser um peso para outras pessoas, em 11%; não ter alguém que os cuide é o medo de 10%; e de pegar doenças é o medo principal de 2% da população ouvida.

O estudo fez um levantamento, entrevistando pela Internet o total de 2.184 pessoas de todo o país e com idades variadas. Das pessoas com mais de 50 anos de idade, mais de 80% não se consideram nem “jovens” e nem “velhas”.

Receio de preconceito colabora para preocupação com a estética

O estudo Longeratividade apontou que o medo de ficar feio pode estar relacionado ao fato de as pessoas acima de 50 anos terem receio de sofrerem preconceito em função de sua aparência. Isso porque 74% dos pesquisados relataram terem sido testemunhas de preconceito contra pessoas acima de 50 anos, o que poderia atingir diretamente a autoestima de algumas pessoas.

Na verdade, o que se constatou é que esse medo não tem suas bases em uma vaidade acentuada, mas sim no receio relacionado ao estigma e aos estereótipos associados ao envelhecimento e aos preconceitos que podem existir em torno disso.

No entanto, é importante ressaltar que o Instituto Locomotiva, em sua pesquisa, acredita que a autoestima dessas pessoas é mais alta do que a dos jovens. No entanto, a palavra “velha” é relacionada a algo não tão positivo. Do total, 32% dos pesquisados contaram que preferem serem chamados de “maduros”, 25% preferem a denominação “terceira idade” e apenas 3% escolhem ser chamados de “velhos”.

Outro dado interessante da pesquisa, que aponta a relação entre envelhecer e autoestima, é o fato de apenas 10% dos maiores de 50 anos se enxergarem como “velhos”.

Um, a cada quatro brasileiros, tem mais de 50 anos

São 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos, ou seja, um a cada quatro brasileiros. Até 2050, a expectativa é de que mais de 40% da população brasileira esteja nessa faixa etária. Para os entrevistados, a vontade é de viver por muitos anos ainda, já que sete, a cada 10 deles, acreditam que vão viver mais de 80 anos.

O aumento da expectativa de vida e as inúmeras oportunidades para o público dessa idade também são apresentados em mais números do estudo Longeratividade: 97% dos participantes afirmaram sonhar com uma vida bem ativa e 70% quer vida social intensa.

Entre os planos que o público de pessoas com mais de 50 anos quer realizar, conforme a pesquisa, estão: viajar mais (52%), trabalhar e guardar dinheiro (40%), empreender (38%), mudar de casa (24%) e ampliar os estudos (20%).

Além disso, 83% dos entrevistados disseram que gostariam de ter “cuidado melhor da saúde”, e “guardado mais dinheiro”. Ainda, 81% gostaria de ter “se alimentado de forma mais saudável”, “estudado mais” (81%) e “feito mais exercícios físicos” (80%).

Como conclusão, a pesquisa aponta que a autoestima das pessoas de mais de 50 anos, de forma geral, é melhor do que a das pessoas fora dessa faixa etária. Ainda, que nessa etapa da vida, as pessoas têm vontade de concretizar planos e sonhos. Por isso, é importante se valorizar e viver bem a vida em qualquer etapa, com foco em se sentir bem, disposto, saudável e pronto para realizações e alegrias.

O que você achou desse estudo? Como anda a sua autoestima? Vamos conversar sobre o assunto, deixe sua mensagem aqui nos comentários.

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